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sábado, 30 de abril de 2011

Pôr-do-Sol

Nada mais interessante que um pôr-do-sol. Em Porto Velho, posso dizer que tem um que me impressiona!
A região é quente e úmida, e embora no verão o calor pareça sufocar, ele sempre trás uma chuvinha no fim da tarde ou à noite.

Abaixo estão as fotos separadas, e depois uma panorâmica.
À todos uma boa semana!

segunda-feira, 28 de março de 2011

De onde vem o vento?

Quando crianças, sempre nos perguntamos de onde vem o vento.
Claro, na infância imaginamos um milhão de possibilidades para a criação do mesmo.
Então fui estudar melhor e tentar explicar em poucas palavras como o vento é 'fabricado', por assim dizer.

Mas tudo está relacionado à pressão atmosférica. E quando se diz pressão lembramos de temperatura também. Isso por as temperaturas são diferentes entre as camadas de ar.
Uma camada de ar quando está rente ao solo e se aquece, ele expande e sobe, por ter sua densidade menor quando aquecido, deixando seu lugar para a camada de cima. O movimento pode ocorrer para os lados também.
Este deslocamento provoca o surgimento do vento, que pode ser ascendente, 'soprado na horizontal', ou descendente, 'soprado na vertical'.

segunda-feira, 21 de março de 2011

A Super Lua de 19 de março de 2011

Fiz um vídeo sobre a Super Lua do sábado 19 pra vocês, ao som de Yoko Shimomura:







por Ronaldo Filho

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Cumulonimbus


Neste post eu vou tratar de um assunto que, em particular, me fascina muito. As nuvens, e de preferência a Cumulonimbus. Poderia tratar de cada uma, mas esta para mim é o tipo mais interessante de se observar, tanto por sua forma quanto por sua magnitude.


sábado, 4 de setembro de 2010

Raios

"Um raio é uma descarga elétrica que se produz pelo contato entre nuvens de chuva ou entre uma destas nuvens e a terra. A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago e também uma onda sonora chamada trovão."



domingo, 8 de agosto de 2010

Manchas no sol!

Juro que é o último post sobre o sol, estou ficando no limite com isso. rs



por Ronaldo Filho, o autor

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sun, um pouco do Sol para vocês...

Aqui, neste post, apresento três vídeos mostrando o Pôr-do-sol.
Acompanhem no terceiro vídeo uma possível mancha solar.
Ao postar este vídeo no fórum do Painel Global, gerou uma certa discussão.
Afinal, é uma mancha solar ou não?
Amigos do PG dizem realmente se tratar de uma mancha solar.
Olhem as fotos que a Lais elaborou para entender melhor esse fenômeno, e ver de perto como ele é interessante. Clique aqui.
Breve um post só com curiosidades do Sol!

Parte Um de Três:


Parte Dois de Três:


Parte Três de Três:


por Ronaldo Filho, o autor

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Vulcões

Vulcão, de acordo com o dicionário, significa cratera em uma montanha onde nela saem matérias flamejantes ou apenas o fumo, apenas as cinzas.

Podemos classificar neste pequeno ‘tutorial’ alguns tipos de vulcões, sendo alguns ainda não presenciados na nossa geração, como exemplo, o Vesúvio.  Os vulcões existem porque no centro da Terra, uma camada de pedra sólida, chamada de Manto, derrete e se transforma em magma. O processo de ‘derretimento’, por assim dizer, ocorre porque as pedras perto do centro do nosso planeta, ainda estão quentes, devido à sua formação, tantos bilhões de anos atrás, formando assim os vulcões.

O vulcão pode ser comparado com uma panela de pressão que esquecemos no fogão. Se a quantia de magma for alta, a pressão aumenta, lembrando que esta pressão pode ocorrer dentro do cone, ou de onde chamados de ‘montanha’. Isso se deve ao fato do resfriamento do magma nesta parte do vulcão, aumentando a pressão ainda mais, deixando liberar gases que se expandem dentro no mesmo. Se esta pressão chegar ao limite, as rochas racham, o magma escapa pela superfície e pronto, está feito o show do vulcão, a ‘erupção’.

Existem vulcões em que a quantia de magma é muita, por isso a evacuação de magma é constante; outros deixam este magma expelir às prestações – como se diz o vulgo brasileiro – por isso ocorrem as erupções de vez em quando, de tempos em tempos. Da mesma forma que existe espinhas sobre nossa pele, existe aquelas que são internas. O que quero dizer é que existem vulcões subterrâneos, e sempre que chegam à superfície chamamos de lava. Quanto maior a temperatura, mais fluente ela é, ou seja, mais ‘líquida’ é sua aparência, podendo ultrapassar 1000°C!

Assim como existe a escala Richter para calcular a intensidade dos terremotos, existe um estudo que classifica as erupções, na verdade um Índice de Explosividade Vulcânica, abreviatura VEI, que no inglês seria: Volcanic Explosivity Index.

A foto ao lado retrata a correlação entre VEI e volume ejetado, volume expelido na erupção. Este índice de erupção aponta nove níveis. O primeiro, VEI0 não apresenta explosões, como o Krakatoa, e libera alguns gases e uma fumaça pouco densa com até cem metros de altura; o segundo, VEI1, apresenta uma fumaça ou nuvem um pouco mais densa, com explosões de curto tempo; o VEI2 apresenta explosões que variam de uma a seis horas, com nuvem até cinco quilômetros de altura; VEI3 é uma erupção fluente com pluma (nuvem) de três a quinze quilômetros de altura, podendo durar até metade de um dia; VEI4 é uma erupção do tipo CATASTRÓFICA, com nuvem até vinte e cinco quilômetros de altura, mesma duração de um VEI3, se bem que sempre persistem por pouco tempo mais; VEI5 tem suas cinzas expelidas para mais de vinte e cinco quilômetros, classificado como erupção CATASTRÓFICA também; VEI 6 é do tipo COLOSSAL, ainda não presenciado por nossa geração, um comparativo seria o Krakatoa, que EXPLODIU no final do século XIX, deixando um ‘suposto filho’, Anak Krakatoa, que poderá alcançar a potência do ‘pai’ se voltar a entrar em atividade; VEI7 classifica-se como SUPER-COLOSSAL, erupção com a mesma duração de um VEI6, superior a doze horas; já um VEI8, classificado como MEGA-COLOSSAL, nunca fora presenciado em nossa ‘existência’, se posso dizer assim, o último ocorreu por volta de seiscentos e quarenta mil anos atrás, e adivinha onde aconteceu? YELLOWSTONE, a caldeira que adorna o Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA.

Para terem uma idéia, o vulcão Eyjafjallajökull, de pronúncia complicada (eia-fiatla-iocutl), que deu o maior trabalho para muita gente, foi classificado como VEI1, imagina o que não foi o VEI6, o famoso Krakatoa?



Na concepção artística (esquerda), podemos ver o Krakatoa antes, depois e mais tarde o surgimento de um pequeno vulcão, o Anak Krakatoa. A onda da explosão do Krakatoa foi tão forte que arrastou tudo o que havia em volta, inclusive um navio de guerra (direita).







Chris nos forneceu alguns links de webcameras relacionadas aos vulcões. Com elas você poderá acompanhar vários vulcões:
Eyja, Katla, Fuji e Etna.
Chris me enviou um link que tem vários vulcões em observação. Obrigado Chris! !!!MUITOS VULCÕES!!!

Breve uma matéria especial apenas com o KRAKATOA!

por Ronaldo Filho, o autor
Obrigado pelos links, Chris.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Halo



Quem nunca olhou pra lua cheia em certas épocas do ano e não viu um anel brilhante, um anel de luz? Halo é um fenômeno comum, que pode ser visto em tempo úmido, tanto de dia quanto de noite, e circunda o sol e/ou a lua. O fenômeno ocorre na troposfera (ainda que seja alto, podemos respirar só até aqui, depois disso, só com ajuda de equipamentos), antes da estratosfera. A luz reflete as minúsculas partículas de água e/ou gelo se acumulam nesta altitude. Lembra daquele desenho com um diamante em que um feixe de luz passa por ele, dividindo ele em sete cores? Se você notar um halo, ele possui em sua 'camada de luz', as sete cores do arco-íris.





"Lembrem-se, não é a estação que dá a ocorrência do halo, e sim as condições do tempo, pode acontecer em um verão/inverno de tempo úmido, mas nunca se o tempo estiver seco".





Por Ronaldo Filho, o autor

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