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A obra Pesquisas de Ronaldo Filho de Ronaldo Filho foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Uso Não Comercial - Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.
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sábado, 4 de setembro de 2010
Raios
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Conseqüência das Queimadas
As queimadas na região Norte tem sido alvo de discuções. Embora não possam manter um controle destas queimadas, algumas pessoas continuam em fazê-las.
| Manhã na Usina Santo Antônio |
Aqui em Porto Velho, o dia amanhece embaçado, o cheiro da fumaça é terrível, e os olhos ficam irritados. Uma pesquisa na cidade disse que o número de pessoas com conjuntivite aumentou, e os médicos alertam para o uso de nebulizadores nos cômodos, principalmente nos quartos, por conta do tempo seco.
Após o meio-dia, a fumaça se dissipa com uma facilidade incrível, mas ainda fica notável se olhar no horizonte. Ao final do dia, a fumaça parece retornar, como se ela ',tirasse um tempo de folga',. Em relação aos dias críticos da semana passada e retrasada, até que a poluição diminuiu, mas ainda assim incomoda. Por volta de dez horas da noite, a poluição aumenta, o cheiro fica mais insuportável e o ambiente mais seco.
por Ronaldo Filho
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domingo, 1 de agosto de 2010
Meus Ambientes - Edição Oficial por Ronaldo Filho
Estas são algumas fotos reunindo tudo o que há de mais belo onde estou nesta temporada: Amazônia.
Venham conhecer!
por Ronaldo Filho, o autor
Venham conhecer!
por Ronaldo Filho, o autor
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Dendrocronologia
Parece coisa de cientista maluco, mas é verdade. Sempre me perguntava como os cientistas apontavam pra uma arvore e diziam que ela tinha tantos anos.
Descobri que como eles faziam isso, e é de um jeito um tanto estranho, porém interessante. As árvores aumentam a circunferência de seu tronco ao longo dos anos. O estudo é feito à base do caule, cortando-o em ‘rodelas’, ou extraindo com equipamento apropriado, sem a necessidade de derrubá-la. Ao cortarem essas ‘rodelas’, todos podem ver peculiares anéis começando do centro para a borda.
Cada anel deste equivale um ano aproximadamente. Eles crescem na primavera e no verão, mas as condições do clima têm de ser favoráveis, ou os anéis variam de tamanho, por exemplo: se as condições forem favoráveis para o crescimento da árvore, o anel ganha um filamento mais largo, se as condições forem escassas, estreitos serão os anéis do tronco.
Existem outros estudos acerca das árvores também. Conheça-os:
A dendroarqueologia estuda a data em que uma madeira foi cortada e utilizada em alguma construção antiga.
A dendroclimatologia estuda o clima atual e é usada para saber como era o clima antigamente.
A dendroecologia estuda os diversos fatores que afetam o ecossistema.
A dendrogeomorfologia utiliza as árvores para estudar a superfície da Terra, para estudar o como determinada região se desenvolveu, por exemplo, podem usar este estudo para saber de antigos deslizamentos de terra ou de modificações causadas pela natureza.
A dendroglaciologia, como o próprio nome diz, é usada para estudar as mudanças nas geleiras. Geralmente quando ocorre de uma árvore ser congelada em icebergs, por exemplo.
A dendrohidrologia estuda as árvores de acordo com o fluxo do rio, em que data o rio mudou de curso ou de nível.
A dendropirocronologia estuda a relação de árvores que sofreram incêndios, mas não se deixaram consumir pelo fogo, por exemplo, o incêndio pode ter afetado apenas a superfície do tronco, sem prejudicar a árvore internamente, então ela cresce, modificando o tronco, e quando este é usado para estudo, eles verificam certa ‘anomalia’ nos anéis do tronco.
A dendroetimologia estuda os insetos dentro ou fora destas árvores.
O autor de tal ciência é chamado de A. E. Douglass, com dois ‘s’ mesmo. Seu nome verdadeiro é Andrew Ellicott Douglass, nascido no século 19, era um astrônomo também!
Por Ronaldo Filho, o autor
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